suspeitos fugiram
Homem é executado na frente da família após ter casa invadida por dupla armada
POLÍCIA
Marcio Bernardes Silva, de 47 anos, foi morto a tiros ao ter a casa invadida por homens armados no final da tarde de sábado (30), em Juara (a 709 km de Cuiabá). Uma testemunha ouviu ao menos 3 tiros.
Conforme informações, a Polícia Militar foi acionada por volta das 18h30 para atender um homicídio no bairro Vila Operária. Quando a equipe chegou, encontrou a vítima caída e sem sinais vitais.
A mãe de Marcio, que tem 70 anos, contou que eles estavam em casa quando dois homens encapuzados invadiram o local. Eles perguntaram onde a vítima estava. Assim que o avistaram, um dos suspeitos sacou a arma e efetuou 3 tiros.
Depois do crime, eles fugiram por rumo ignorado. Equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e confirmou a morte ainda no local.
A cena foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e Perícia Oficial (Politec).
POLÍCIA
Mulher de 37 anos se passa por criança, engana família e é adotada
Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinvile (SC), nesta terça-feira (2), pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica após se passar por uma menina de 12 anos. Ela chegou a ser acolhida e adotada por uma família da cidade, mas a fraude foi descoberta depois que uma parente desconfiou da versão contada por ela e procurou a polícia.
A denúncia partiu de uma tia da família adotiva. Antes de acionar as autoridades, a mulher conversou com o pai adotivo da suspeita, que a princípio não acreditou que se tratava de um golpe. Só mudou de opinião depois de pesquisar na internet e descobrir que a mesma pessoa já havia aplicado o mesmo golpe em outras cidades.
Com as evidências em mãos, a família levou o caso à Policia Civil, que trocou informações com investigadores de outros estados para checar a identidade da mulher. As apurações preliminares revelaram o nome verdadeiro dela e apontaram que a suspeita já responde criminalmente em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.
De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, a suspeita usava o nome falso de “Gabriele” e alegava ter 12 anos. Com esse disfarce, ela conseguiu viver na casa da família adotiva por cerca de um ano. O contato começou dentro de uma igreja em Joinville, onde ela contou que sofria maus-tratos do pai biológico.
O pastor da congregação a acolheu e depois a apresentou a um casal de fiéis. A mulher conquistou a confiança de todos. Para explicar a aparência adulta, ela dizia ser autista e que seus traços físicos eram consequência do uso forçado de hormônios na infância. Dentro de casa, mantinha comportamentos infantis.
Segundo a polícia, usava mamadeira, chupeta e até “cheirinho” para dormir. Tinha um quarto só para ela, todo decorado de rosa e com brinquedos. Fingia ter crises de pânico e pedia para a mãe adotiva colocá-la na cama com medo de dormir sozinha.
Quando o casal falava em matrícula na escola ou em regularizar a adoção, ela recusava. Justificava que, se isso acontecesse, o suposto pai biológico a encontraria. Durante o interrogatório, a mulher confessou o crime. Foi presa em flagrante por estelionato e falsa identidade e encaminhada ao Presídio Regional de Joinville, onde segue à disposição da Justiça.
Com informações CNN
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