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ALFREDO DA MOTA MENEZES

Trump, ações e presença na mídia

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ARTIGOS

Talvez possa ser dito que não há na história dos EUA no século 20 um presidente que provocou tanto barulho externo como Donald Trump. Outros, como Franklin Delano Roosevelt, num momento histórico diferente, como a segunda guerra mundial, esteve muito na mídia e nas falas tanto nos EUA como no exterior. Mas num momento de paz, Trump se mostra imbatível.

Não importa que esteja na crista da onda e nos falatórios por assuntos interessantes para o povo norte americano. Pode até ser o contrário, mas o ponto para consideração é que ele está na boca do povo numa constância incrível.

Existe até uma teoria de que ele faz isso conscientemente para, em algumas situações, desviar a atenção do povo norte americano de certos assuntos, pessoais ou não, que podem perturbar seu momento. É citado como exemplo o caso Epstein. Ele fez um barulho danado pelo mundo e aquele assunto, que o machucava um pouco, foi sendo esquecido.

Não se conhece, citando apenas o século 20, nenhum presidente do partido Republicano, o partido dele, que chegou perto de Trump nessa espécie de show pessoal. Citando alguns deles depois da segunda guerra mundial, como Eisenhower, Ronald Reagan, George Bush, pai e filho. Todos com menores visibilidade na mídia do que Trump.

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Não que esteja fazendo melhores ações para seu país, o que se coloca aqui é saber, certo ou errado, está na mídia constantemente. Aliás, ele tem um canal próprio  para se divulgar na mídia social a hora que quiser. Vejamos algumas ações de Trump nos últimos meses. O caso da Venezuela, em que prendeu e mantem preso o ex-presidente, alguns falam ditador, da Venezuela. Levou algemado e acorrentado para os EUA e deu divulgação disso para o mundo.

Um show estranho, mas que rende dividendos em muitos lugares. Outro passo externo foi o ataque ao Ira. Aí tem um pouco de ajuda a um aliado histórico, Israel. Mas provocou um alvoroço em atacar outro pais.

Uma das alegações é que não quer que aquele país tenha bomba atômica. Esse é o maior receio de Israel, mas muitos acreditam que Israel já deve ter bomba atômica. Deixa para lá, isso é outro assunto.

Outro também foi o tarifaço de Trump que provocou um alvoroço mundial. Fazendo com que aumentasse a inflação nos EUA. Talvez o principal motivo pelo aumento de rejeição ao seu governo, que já passa de 60% do eleitorado.

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O perigo com isso é que em novembro se terá eleição para renovação da Câmara e do Senado e, se o partido Democrata tiver maioria, a situação politica de Trump se complica.

Ele mesmo disse que poderia sofrer um impeachment. Cabe mais ilação sobre o momento norte americano. E se fosse eleita, ao invés de Trump, Kamala Harris a candidata do partido Democrata?.

Provavelmente não se teria tanto barulho externo e ela poderia ser algo diferente e positivo para los de abajos nos EUA. Negros, mulheres, latinos, americanos brancos mais pobres talvez estivessem recebendo mais benéficos com ela do que Trump.

Alfredo da Mota Menezes é analista político

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ARTIGOS

Quando é a hora de adquirir um imóvel

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A pergunta sobre o melhor momento para comprar um imóvel é recorrente e, ao contrário do que muitos imaginam, não existe uma resposta única ou universal. Mais do que tentar prever o “timing perfeito” do mercado, é fundamental compreender que a decisão de compra está diretamente ligada ao momento de vida, às necessidades e à organização financeira de cada pessoa.

Fatores econômicos como taxa de juros, inflação e condições de crédito, sem dúvida, exercem influência no setor imobiliário. Em cenários de juros mais elevados, por exemplo, o financiamento pode se tornar mais oneroso no curto prazo. No entanto, é importante destacar que o mercado imobiliário possui características próprias, com valorização consistente ao longo do tempo, o que mantém o imóvel como um investimento sólido e seguro.

Além disso, períodos de maior instabilidade podem, paradoxalmente, abrir oportunidades. É comum que incorporadoras ofereçam condições mais atrativas, negociações facilitadas ou benefícios comerciais que compensam, em muitos casos, o impacto de juros mais altos. Por isso, avaliar o contexto de forma ampla é essencial.

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Outro ponto relevante é observar o comportamento do mercado nos últimos anos. Mesmo diante de oscilações econômicas, o setor imobiliário tem demonstrado resiliência, impulsionado pela demanda contínua por moradia e pela busca por qualidade de vida. Esse cenário reforça a ideia de que adiar a compra esperando condições ideais pode significar perder boas oportunidades.

Do ponto de vista do comprador, alguns sinais indicam que pode ser o momento certo para dar esse passo. Estabilidade financeira, planejamento de longo prazo e clareza sobre as necessidades — seja para moradia ou investimento — são fatores mais determinantes do que qualquer previsão de mercado.

A escolha entre adquirir um imóvel na planta, em lançamento ou pronto também está diretamente relacionada ao momento da compra. Imóveis na planta costumam oferecer condições mais flexíveis e potencial de valorização, enquanto unidades prontas atendem quem busca imediatismo. Já os lançamentos equilibram oportunidade e inovação, com projetos alinhados às novas demandas de moradia.

Por fim, não posso deixar de dizer que é importante refletir sobre o risco de esperar pelo “momento perfeito”. Em um mercado dinâmico, essa espera pode resultar em aumento de preços, redução de opções disponíveis ou perda de condições vantajosas. Muitas vezes, o melhor momento não é aquele definido pelo mercado, mas aquele em que o comprador está preparado para transformar planejamento em ação.

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Em resumo, mais do que tentar acertar o tempo exato, a decisão de comprar um imóvel deve ser estratégica, consciente e alinhada aos objetivos pessoais. Com orientação adequada e análise criteriosa, é possível fazer uma escolha segura em diferentes cenários econômicos.

 Prycilla Esser é especialista na área de venda de imóveis e atua como Gerente Comercial da Plaenge Cuiabá

 

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