Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Servidores de Várzea Grande passam por capacitação em execução orçamentária e financeira

Publicados

VÁRZEA GRANDE

Servidores da Prefeitura de Várzea Grande, das Secretarias de Planejamento, Gestão Fazendária e Assistência Social, participam de um curso de capacitação sobre execução orçamentária e financeira. A formação é ministrada pelo mestre em Contabilidade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Manuel Filho.

De acordo com o professor, o curso tem como objetivo proporcionar aos participantes uma compreensão mais simples, aliando teoria e prática, sobre a execução orçamentária, financeira e contábil, bem como seus impactos no patrimônio público.

“No contexto do setor público, a prestação de serviços ao cidadão requer uma forte atuação do Estado nos processos de execução orçamentária e financeira, visando à aquisição de bens e serviços para atender de forma eficaz às demandas da população”, destaca Manuel.

Participante da capacitação, a secretária municipal de Planejamento, Drielli Martinez, ressalta que o curso contribui para o aprimoramento do planejamento, da execução e da prestação de contas. “O curso é para servidores efetivos, então todo esse conhecimento ficará dentro da Prefeitura. Toda capacitação é válida e nos proporciona ainda mais aprendizado. Isso melhora a eficiência do nosso trabalho e ajuda a realizar tudo com mais transparência e responsabilidade”, afirma.

Leia Também:  Guarda Municipal leva conscientização a crianças em Cuiabá

Servidor da Gestão Fazendária, o superintendente de finanças e contabilidade, Philipe Henrique, destaca que a capacitação traz mais segurança na tomada de decisões. “Esses conhecimentos nos dão mais confiança para planejar e tomar decisões mais seguras e eficientes em nossas funções”, pontua.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

Publicados

em

Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

Leia Também:  Várzea Grande contabiliza mais de 67 obras estruturantes em apenas 1 ano e 5 meses

A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

Leia Também:  Produtores da agricultura familiar iniciam colheita com apoio técnico em Várzea Grande

A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA