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SOCORRIDOS PELO SAMU

Servidores sofrem intoxicação com cheiro de tinta durante reforma na Seduc

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Duas servidoras da Secretaria de Estado de Educação passaram mal, na tarde desta quarta-feira (29), após inalarem produtos usados na pintura do prédio, no Centro Político Administrativo em Cuiabá. As vítimas foram socorridas pelo Samu.

Segundo relatos, os sintomas de intoxicação começaram após procedimentos de pintura no local. O Samu foi acionado e prestou atendimento às servidoras. Os demais funcionários foram liberados do trabalho.

Fotos obtidas com exclusividade pelo MidiaJur mostram os servidores sendo levados para a ambulância. Não há informações sobre o estado de saúde delas até o momento.

A Secretaria de Educação, em nota, confirmou o ocorrido e afirmou que o procedimento da pintura causou a ardência nos olhos e irritação na garganta em alguns funcionários. As servidoras socorridas passam bem.

Confira a nota na íntegra:

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) informa que, no início da tarde desta quarta-feira (29), entre 12h30 e 13h30, foi registrada a dispersão de odor proveniente de uma intervenção realizada no subsolo do prédio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), onde funciona o arquivo do órgão.

Durante a execução de serviço de pintura com resina sintética por empresa contratada, o cheiro se espalhou para andares anexos ocupados pela Seduc, causando desconforto em alguns servidores, com relatos de ardência nos olhos e irritação na garganta.

Duas servidoras passaram mal e receberam atendimento imediato do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Ambas foram prontamente assistidas e já passam bem.

A Seduc-MT adotou as medidas necessárias para garantir a segurança e o bem-estar dos servidores, incluindo a suspensão temporária das atividades nos ambientes afetados e a apuração do ocorrido junto à empresa responsável pela obra.

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GERAL

Tremores de terra de até 3,2 de magnitude sacodem interior de MT

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Uma sequência de cinco tremores de terra foi registrada nas proximidades do município de Feliz Natal, a cerca de 510 km de Cuiabá, entre sexta-feira (25) e sábado (26). O evento sísmico de maior intensidade atingiu magnitude 3,2 e ocorreu às 5h42 (horário de Brasília) do sábado.

Os registros foram captados por estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e posteriormente analisados pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). O sistema integra uma rede nacional de monitoramento coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI), com apoio técnico do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

Apesar da sequência de eventos, não há relatos de danos estruturais ou percepção generalizada por parte da população local. O episódio, no entanto, chama atenção pela concentração dos abalos em um curto intervalo de tempo.

Sequência dos tremores

A atividade sísmica ocorreu de forma distribuída ao longo de dois dias. Confira os registros identificados pelas estações:

  • 26/04 – 08h21 – magnitude 2,3
  • 25/04 – 19h56 – magnitude 1,8
  • 25/04 – 14h00 – magnitude 2,4
  • 25/04 – 06h06 – magnitude 1,9
  • 25/04 – 05h42 – magnitude 3,2
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O último evento de maior intensidade marcou o pico da sequência, concentrando o abalo mais forte do período analisado.

Contexto sísmico no estado

Segundo especialistas, tremores de baixa magnitude são relativamente comuns no Brasil e ocorrem com frequência semanal em diferentes regiões do país. A maioria, porém, não é sentida pela população.

Os sismos naturais registrados em território brasileiro geralmente estão associados às tensões geológicas acumuladas na crosta terrestre, que podem gerar pequenas rupturas e liberações de energia.

Em Mato Grosso, o último tremor havia sido registrado no dia 19 de abril, no município de Jaciara, com magnitude 2,5 — também sem registro de danos.

Rede de monitoramento

A RSBR é responsável pelo monitoramento contínuo da atividade sísmica no Brasil, operando por meio de cerca de 100 estações espalhadas pelo território nacional.

As estações são geridas por instituições como o Centro de Sismologia da USP, o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), o Laboratório Sismológico da UFRN e o próprio Observatório Nacional.

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O sistema fornece dados essenciais para a compreensão da atividade sísmica no país e contribui para estudos sobre a estrutura interna da Terra.

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