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Reeducandos vão reformar casas de pessoas com deficiência

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POLÍTICA MT

Uma iniciativa em Mato Grosso busca unir acessibilidade, inclusão social e ressocialização por meio do trabalho. A Lei nº 12.584/2024 criou o Programa de Reeducandos na Reforma de Casas de Pessoas com Deficiência, aproximando duas demandas sociais: a necessidade de adaptações em residências de pessoas com deficiência e a oferta de oportunidades de capacitação profissional para pessoas privadas de liberdade.

A proposta, defendida pelo deputado estadual Max Russi, prevê a participação de reeducandos em serviços de reforma e adaptação de imóveis destinados a pessoas com deficiência que enfrentam dificuldades financeiras para realizar as adequações necessárias.

Entre as intervenções estão a instalação de rampas de acesso, barras de apoio e banheiros adaptados, estruturas que podem ampliar a autonomia, a segurança e a mobilidade dos moradores dentro de suas próprias casas.

Para Max Russi, a iniciativa conecta duas parcelas da população que precisam de oportunidades e apoio do poder público.

“Uma lei que junta duas pontas que o poder público vivia esquecendo: a pessoa com deficiência que precisa adaptar a casa e não tem como pagar, e o reeducando que precisa aprender um ofício para recomeçar a vida”, afirmou.

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Além de atender às necessidades de acessibilidade, o programa utiliza o trabalho como ferramenta de ressocialização. A proposta busca permitir que reeducandos desenvolvam conhecimentos profissionais durante a execução dos serviços, adquirindo experiência que poderá ser utilizada após o cumprimento da pena.

Dignidade e oportunidade

A iniciativa tem como um dos principais objetivos produzir benefícios para diferentes setores da sociedade. De um lado, pessoas com deficiência podem ter suas residências adaptadas para garantir mais segurança e independência. De outro, reeducandos têm a possibilidade de aprender um ofício e ampliar as perspectivas de reinserção social.

“Um ganha dignidade dentro de casa, o outro, dignidade no trabalho”, destacou Max Russi.

Segundo o deputado, os efeitos da medida ultrapassam o atendimento individual das famílias beneficiadas. A expectativa é de que a capacitação profissional e a oportunidade de trabalho contribuam para a redução da reincidência criminal e para uma reinserção mais efetiva dos reeducandos na sociedade.

“A família, o reeducando e a sociedade, que recebe de volta alguém melhor do que entrou”, ressaltou.

A proposta também reforça a importância de políticas públicas que associem diferentes áreas, como acessibilidade, assistência social, trabalho e segurança pública, para enfrentar problemas de forma integrada.

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Ao defender a iniciativa, Max Russi também destacou a importância de transformar leis em medidas práticas e de fácil compreensão pela população.

“Lei boa é assim: se dá para explicar em um minuto, dá para cobrar a vida inteira”, afirmou.

 

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POLÍTICA MT

Fábio Garcia aparece na frente, seguido por Virgínia Mendes e Irajá

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O deputado federal Fábio Garcia lidera a pesquisa espontânea de intenção de voto para a Câmara Federal em Mato Grosso, segundo levantamento do Instituto Data Index. Ele foi citado por 4,13% dos entrevistados.

Na sequência aparecem a primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, com 4%, e o advogado Irajá Lacerda, com 3,5%. A diferença entre os três está dentro do cenário de proximidade apontado pela margem de erro.

Professora Rosaneide aparece com 3,31%, enquanto Coronel Assis e Juarez Costa somam 3% cada. Coronel Fernanda e Emanuelzinho têm 2,69% das citações, seguidos por Nilson Leitão, com 2,56%.

Entre os demais nomes mencionados estão Neri Geller (1,94%), Coronel Roveri (1,63%), Dr. Leonardo, Nelson Barbudo, Fernando Gorgem, Acácio Ambrosini, Pastor Marcos Ritela, Dona Neuma e Thiago Boava Hey Roy, todos com 1,31%.

O dado que mais chama atenção é o alto índice de indecisos. 40,39% dos entrevistados não souberam ou não responderam em quem pretendem votar. Outros 1,63% disseram não escolher nenhum dos nomes apresentados.

A pesquisa foi realizada entre 28 e 31 de agosto, com 1.600 eleitores de diferentes regiões de Mato Grosso. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de até dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-07360/2026.

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