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INEXIGIBILIDADE

Mato Grosso renova contrato de R$ 5,5 milhões para equoterapia na rede estadual de ensino

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POLÍTICA MT

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (SEDUC-MT) oficializou a prorrogação do contrato com a empresa Póvoas e Corrêa Póvoas Ltda (Haras Twin Brothers) para a continuidade dos serviços de equoterapia. O 3º Termo Aditivo ao contrato nº 052/2023, mantido sob a gestão do governador Mauro Mendes, garante a manutenção do atendimento especializado para alunos da rede estadual que possuem necessidades de reabilitação física e neurológica. Com a assinatura, o vínculo foi estendido por mais 12 meses, com vigência até março de 2027.

O investimento total para este período permanece em R$ 5.505.600,00, reforçando a linha de investimentos em educação inclusiva estabelecida pelo atual governo. A modalidade terapêutica, que utiliza cavalos para promover ganhos biopsicossociais, é destinada aos estudantes conforme a demanda da Secretaria. O processo segue os fundamentos da Lei Federal nº 8.666/93 e do Código de Defesa do Consumidor, assegurando o suporte terapêutico contínuo aos alunos com deficiência no estado.

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POLÍTICA MT

Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

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Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Fonte: ALMT – MT

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