Em post na rede social X
Soldado israelense será investigado após vandalizar imagem de Jesus no Líbano
MUNDO
As Forças Armadas de Israel confirmaram nesta segunda (20) que o soldado fotografado com uma marreta posicionada sobre a cabeça de uma estátua de Jesus no sul do Líbano é integrante do Exército israelense. O comunicado afirma que o caso será investigado.
Em um post na rede social X, o Exército israelense afirmou que o incidente é de “gravidade extrema” e que “a conduta do soldado é totalmente inconsistente com os valores que espera de suas tropas”.
O Exército acrescentou que “serão tomadas medidas apropriadas contra todos os envolvidos” e informou que está trabalhando com a comunidade para “restaurar a estátua a seu lugar”.
A estátua fica na localidade cristã de Debel, no sul do Líbano, perto da fronteira com Israel. Procurada pela agência de notícias AFP, a prefeitura da cidade não soube informar se a estátua foi de fato danificada.
O ministro israelense das Relações Exteriores, Gideon Saar, condenou a ação, que qualificou como “vergonhosa e desonrosa”: “Acredito que serão tomadas as medidas severas necessárias contra quem cometeu esse ato repugnante”, publicou no X.
“Pedimos desculpas por este incidente e a todos os cristãos cujos sentimentos foram feridos”, acrescentou.
Confira abaixo na íntegra o comunicado do Exército de Israel:
Após a conclusão de um exame inicial sobre uma fotografia publicada hoje mais cedo, na qual um soldado das FDI (Forças de Defesa de Israel) aparece danificando um símbolo cristão, foi determinado que a imagem mostra um soldado das FDI atuando no sul do Líbano.
As FDI encaram o incidente com grande seriedade e enfatizam que a conduta do soldado é totalmente incompatível com os valores esperados de suas tropas.
O incidente está sendo investigado pelo Comando Norte e está atualmente sendo tratado por meio da cadeia de comando. Medidas apropriadas serão tomadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões.
Além disso, as FDI estão trabalhando para ajudar a comunidade a restaurar a estátua ao seu lugar.
As FDI estão atuando para desmantelar a infraestrutura terrorista estabelecida pelo Hezbollah no sul do Líbano e não têm a intenção de causar danos à infraestrutura civil, incluindo edifícios religiosos ou símbolos religiosos.
MUNDO
EUA avisam Brasil que vão enquadrar PCC e CV como organizações terroristas
Uma sinalização enviada pelos Estados Unidos ao governo brasileiro abriu uma nova frente de tensão diplomática em torno do combate ao crime organizado. O recado trata da intenção de Washington de avançar no enquadramento do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
A comunicação foi dirigida ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e expôs a estratégia norte-americana de endurecer a pressão financeira sobre as facções. A avaliação das autoridades dos EUA é de que a nova classificação permitiria atacar com mais força as estruturas de lavagem de dinheiro e circulação internacional de recursos atribuídas aos grupos.
Na prática, esse enquadramento ampliaria o alcance das sanções. O status de terrorismo abre caminho para bloqueio imediato de ativos em território americano e impede que pessoas, empresas ou instituições sob jurisdição dos Estados Unidos mantenham qualquer tipo de suporte material a essas organizações.
O aviso prévio ao Brasil também foi tratado como um gesto diplomático relevante. Isso porque, em situações anteriores envolvendo grupos criminosos de outros países, Washington não teria antecipado formalmente a medida aos governos afetados.
O movimento, porém, não é visto de forma simples pelo Palácio do Planalto. A resistência do governo brasileiro passa pelo temor de que esse tipo de classificação ultrapasse a esfera policial e produza efeitos políticos, econômicos e até jurídicos sobre a soberania nacional.
Hoje, a linha tradicional do governo Lula e do Ministério da Justiça e Segurança Pública é tratar o avanço do crime organizado pela via da cooperação policial, da inteligência e da articulação institucional. A proposta americana, ao elevar PCC e CV ao patamar de ameaça terrorista, muda o eixo da discussão e transforma o tema em questão de segurança internacional.
Se a decisão for confirmada, o impacto não deve ficar restrito às facções. O efeito tende a alcançar o ambiente financeiro, a relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos e o próprio debate sobre até onde governos estrangeiros podem avançar em temas ligados ao crime organizado brasileiro.
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