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CRIMES AMBIENTAIS

Operação fecha garimpo ilegal e prende empresário no interior de MT

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POLÍCIA

Um empresário foi preso neste domingo (19) durante uma operação de combate a crimes ambientais na zona rural de Novo Mundo. A ação, realizada pela Polícia Militar de Proteção Ambiental em conjunto com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), resultou no fechamento de um garimpo clandestino de ouro. Segundo informações do site FolhaMax, os policiais flagraram a extração de minério em pleno funcionamento, sem qualquer licença obrigatória.

No local, as equipes encontraram uma estrutura completa para a mineração, incluindo motores estacionários e equipamentos de separação. Um homem que estava na propriedade identificou o responsável pela extração, que compareceu ao local e admitiu não possuir autorização legal para a atividade. Conforme apurado pelo site FolhaMax, os policiais também localizaram uma espingarda calibre 28 com munição intacta, o que motivou a prisão em flagrante do suspeito por posse ilegal de arma de fogo.

Como medida para interromper o dano ambiental e impedir o retorno das atividades, parte da estrutura do garimpo foi destruída ainda no local. Os motores e demais maquinários foram apreendidos e encaminhados para depósitos públicos, enquanto a área de exploração foi formalmente embargada pelos fiscais da Sema. O empresário foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e demais providências judiciais.

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POLÍCIA

MC Ryan cobrava R$ 400 mil por dia para posts de jogos ilegais

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Áudios divulgados pelo programa Fantástico, da TV Globo, ligam o MC Ryan e MC Poze do Rodo a um esquema bilionário de lavagem de dinheiro com base na exploração de rifas clandestinas. Os funkeiros foram presos pela Polícia Federal na quarta-feira (15) , na ação que cumpriu mandados em oito estados e no Distrito Federal.

De acordo com a investigação, o dinheiro obtido nas rifas clandestinas e jogos ilegais era inserido no sistema financeiro com aparência de legalidade, misturado a receitas declaradas de shows, contratos musicais e publicidade digital.

Uma das conversas de MC Ryan é com o contador Rodrigo Morgado. Ele responsável por estruturar empresas, intermediar pagamentos, orientar sobre proteção patrimonial e operar a conversão de recursos, inclusive em criptomoedas.

Para a Polícia Federal, o contador fornecia suporte técnico para que o dinheiro circulasse sem levantar suspeitas.

As mensagens mostram que MC Ryan chegava a cobrar R$ 400 mil por dia pelos posts de jogos ilegais. As gravações mostram que MC Ryan também recebia milhões em criptomoedas.

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A conversão era feita pelo contador Rodrigo Morgado, que também orientava o funkeiro sobre como esconder os bens.

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