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OPERAÇÃO MAKE UP

PF mira Mário Frias e dois assessores que ainda trabalham com deputado na Câmara

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POLÍCIA

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10) uma operação que investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares destinados a entidades ligadas à produção do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Entre os 29 investigados está o deputado federal Mário Frias (PL-RJ), além de um ex-chefe de gabinete e dois assessores que continuam atuando no gabinete parlamentar.

São alvos Raphael Augusto Azevedo, que já foi chefe de gabinete de Frias, e os atuais secretários parlamentares André Velloso Belleza Cortes e Luiz Claudio Faria Velloso.

Ao todo, a PF cumpre 49 mandados de busca e apreensão. Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), os investigados também estão sujeitos a medidas cautelares, como proibição de contato entre eles e de deixar o país.

A investigação apura a suspeita de que recursos públicos obtidos por meio de emendas tenham sido direcionados a empresas subcontratadas sem comprovação da execução dos serviços.

A decisão judicial não detalha, até o momento, a participação individual de cada investigado no suposto esquema.

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POLÍCIA

Dentista é preso suspeito de infectar mulheres com HIV de forma intencional

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O dentista Jean José Dunga de Oliveira, de 41 anos, foi preso preventivamente em Porto Velho (RO), suspeito de ter transmitido HIV de forma proposital a mulheres com quem manteve relacionamentos.

A investigação do Ministério Público de Rondônia aponta que o homem sabia do diagnóstico há cerca de uma década, mas não seguia regularmente o tratamento antirretroviral. O caso veio à tona após uma das vítimas procurar o MP e relatar ter apresentado sintomas pouco tempo depois de iniciar um relacionamento com o dentista.

A partir da denúncia, outras quatro mulheres teriam sido identificadas como possíveis vítimas. Jean foi denunciado por lesão corporal gravíssima, perigo de contágio de doença grave e estupro.

Uma das mulheres afirma que descobriu a infecção após começar a se relacionar com o dentista, que conheceu por meio de um aplicativo. Segundo ela, o caso afetou não apenas sua saúde, mas também toda a família.

Jean chegou a ser condenado em agosto a cinco anos de prisão e ao pagamento de R$ 50 mil de indenização. A nova prisão preventiva, em regime fechado, foi determinada devido ao risco apontado pelo Ministério Público de que novas transmissões pudessem ocorrer.

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A defesa já havia alegado que o dentista fazia tratamento e acreditava não existir risco de transmissão, mas não se manifestou após a sentença.

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