BUSCAS INTERNACIONAIS
Polícia descarta que irmãos desaparecidos no MA estejam entre crianças encontradas nos EUA
POLÍCIA
A Polícia Civil do Maranhão informou que Ágatha, de 6 anos, e Allan, de 4, não estão entre as 163 pessoas localizadas durante uma operação nos Estados Unidos.
A informação surgiu após rumores de que os irmãos, desaparecidos há oito meses em Bacabal, poderiam estar entre os casos identificados no exterior.
A mãe das crianças, Clarice Cardoso, entregou material genético à Polícia Federal para que seja comparado com o DNA de uma criança encontrada nos EUA. O resultado poderá confirmar ou descartar a suspeita levantada pela família.
Também foi solicitado o ingresso dos nomes de Ágatha e Allan na Difusão Amarela da Interpol, mecanismo usado para ampliar a busca internacional por pessoas desaparecidas.
Apesar da nova frente de investigação, a polícia reforça que não há, até o momento, confirmação de que os irmãos estejam nos Estados Unidos. As buscas e investigações continuam.
POLÍCIA
Dentista é preso suspeito de infectar mulheres com HIV de forma intencional
O dentista Jean José Dunga de Oliveira, de 41 anos, foi preso preventivamente em Porto Velho (RO), suspeito de ter transmitido HIV de forma proposital a mulheres com quem manteve relacionamentos.
A investigação do Ministério Público de Rondônia aponta que o homem sabia do diagnóstico há cerca de uma década, mas não seguia regularmente o tratamento antirretroviral. O caso veio à tona após uma das vítimas procurar o MP e relatar ter apresentado sintomas pouco tempo depois de iniciar um relacionamento com o dentista.
A partir da denúncia, outras quatro mulheres teriam sido identificadas como possíveis vítimas. Jean foi denunciado por lesão corporal gravíssima, perigo de contágio de doença grave e estupro.
Uma das mulheres afirma que descobriu a infecção após começar a se relacionar com o dentista, que conheceu por meio de um aplicativo. Segundo ela, o caso afetou não apenas sua saúde, mas também toda a família.
Jean chegou a ser condenado em agosto a cinco anos de prisão e ao pagamento de R$ 50 mil de indenização. A nova prisão preventiva, em regime fechado, foi determinada devido ao risco apontado pelo Ministério Público de que novas transmissões pudessem ocorrer.
A defesa já havia alegado que o dentista fazia tratamento e acreditava não existir risco de transmissão, mas não se manifestou após a sentença.
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