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DISPUTA ELEITORAL

Júlio Campos denuncia fraude em pesquisa eleitoral para o governo de Mato Grosso

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POLÍTICA MT

Na noite desta quinta-feira (23), o deputado Júlio Campos expôs a futura publicação de uma pesquisa fraudulenta sobre a candidatura ao governo de Mato Grosso, prevista para ser divulgada nesta sexta-feira.
Segundo o parlamentar, a pesquisa distorce os números da disputa para o governo de Mato Grosso com o intuito de prejudicar a candidatura do senador Jayme Campos, que pleiteia a vaga na disputa interna do União Brasil. A definição ocorrerá na convenção do partido, marcada para o dia 30 de julho no Espaço CDL, em Cuiabá.
“Essa pesquisa é uma peça forjada por nossos adversários políticos para prejudicar a candidatura do senador Jayme Campos. Não vamos permitir; nossa equipe jurídica já está com a denúncia pronta para apresentar à Justiça Eleitoral. Isso é um atentado ao processo democrático em Mato Grosso!”, afirmou Júlio Campos.
A impugnação da pesquisa e a notícia-crime serão apresentadas perante o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e o Ministério Público Eleitoral.
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POLÍTICA MT

STF autoriza PF a investigar ministro do STJ por suspeita de venda de sentenças

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O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, passou a ser investigado pela Polícia Federal no inquérito que apura um suposto esquema de venda de sentenças. A inclusão do magistrado nas apurações foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal.

A decisão foi tomada pelo ministro Cristiano Zanin, responsável por permitir o avanço das diligências contra Buzzi. A investigação deverá apurar a eventual participação do integrante do STJ nas irregularidades analisadas pela PF.

O magistrado já está afastado cautelarmente de suas funções desde fevereiro deste ano. A medida foi adotada pelo próprio STJ após denúncias de assédio sexual apresentadas contra ele.

Além do inquérito criminal, Buzzi responde a um processo administrativo disciplinar aberto para investigar as acusações de assédio. O tribunal decidiu que ele deverá permanecer fora do cargo até a conclusão das apurações internas.

Agora, a situação do ministro passa a envolver duas frentes distintas de investigação. A autorização do STF não representa condenação, e a possível responsabilidade de Buzzi ainda será analisada a partir das provas reunidas pela Polícia Federal.

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