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POLITÍCA NACIONAL

Senado confirma Fabio Vaz Pitaluga para embaixada brasileira na Albânia

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O Plenário do Senado confirmou, nesta quarta-feira (20), a indicação do diplomata Fabio Vaz Pitaluga para chefiar a embaixada brasileira na Albânia (MSF 19/2026). Foram 38 votos a favor e três contrários, além de uma abstenção. Mais cedo, Pitaluga já havia sido aprovado em sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE), onde teve a indicação relatada pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Na CRE, Pitaluga explicou que a Albânia tem a história marcada pelo isolamento, mas que nos últimos anos tem se aproximado dos países europeus. A nação está em processo de ingresso na União Europeia, que assinou recentemente acordo comercial com o Mercosul.

— Há compromisso da Albânia com a integração europeia. Ao mesmo tempo persistem sérias questões estruturais. Sua economia vem crescendo de forma consistente para os padrões regionais, apoiada no turismo, no consumo interno e em políticas macroeconômicas prudentes — registrou o diplomata.

Pitaluga nasceu em 1964, no Rio de Janeiro (RJ), e ingressou na carreira diplomática em 1990. Ele tem especialização em compras governamentais e negociações em blocos de livre comércio. Pitaluga é bacharel em economia pela PUC-Rio e comanda atualmente a embaixada do Brasil na Armênia.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Magno relembra CPI da Pedofilia e alerta para sinais de abuso sexual de crianças

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (20), o senador Magno Malta (PL-ES) relembrou a atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, em 2007, e afirmou que o trabalho do colegiado foi um marco no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, especialmente em crimes praticados em ambiente virtual.

Segundo o parlamentar, as investigações realizadas revelaram redes de pedofilia que utilizavam plataformas digitais para compartilhamento de conteúdo criminoso. O senador destacou que a CPI resultou na aprovação de leis que passaram a permitir a punição de abusadores.

— A CPI aprova sua primeira lei, que é chamada criminalização da posse. Ou seja, quando o pedófilo é preso, hoje, com pornografia no computador, ele só é preso por causa dessa lei, que eu assinei, da qual eu sou o autor. Tem uma segunda lei, chamada infiltração, em que o juiz autoriza o delegado ou o agente de polícia a se infiltrar numa rede e desmantelar organizações criminosas — disse Magno, que foi presidente da comissão e autor do requerimento que deu origem à CPI.

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Durante o discurso, o parlamentar também orientou pais e responsáveis a observarem sinais de abuso infantil e afirmou que muitos casos permanecem ocultos dentro do ambiente familiar.

— O problema é que criança abusada não fala, mas dá sinal. Ela se sente culpada, porque foi conquistada com um presente, com um passeio. Quando começa a acontecer, a criança começa a sinalizar. Volta a fazer xixi na cama, cai o rendimento na escola, entra em depressão ou começa a comer exageradamente — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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