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AULAS SUSPENSAS

Problema elétrico interrompe aulas por dois dias em escola cívico-militar de Várzea Grande

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CIDADES

Alunos do período vespertino da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, em Várzea Grande, ficaram sem aulas por dois dias consecutivos devido a problemas no fornecimento de energia elétrica. A suspensão ocorreu na quarta-feira (23) e foi mantida nesta quinta-feira (24).

A direção da unidade comunicou os pais e responsáveis sobre a interrupção das atividades. No primeiro aviso, a escola informou que havia acionado a Energisa para verificar a situação. Como o problema não foi solucionado, um novo comunicado foi emitido nesta quinta-feira.

Procurada, a Energisa Mato Grosso informou que uma equipe esteve na escola na quarta-feira para verificar a ocorrência. Segundo a concessionária, não foram identificadas falhas na rede de distribuição de energia que atende a unidade.

A empresa afirmou que o problema está relacionado às instalações elétricas internas da escola. Os responsáveis foram orientados sobre as medidas necessárias para a realização do reparo, que deve ser providenciado pela própria unidade.

A Energisa informou ainda que poderá realizar uma nova avaliação depois que os ajustes na parte interna forem concluídos, caso seja necessário verificar o fornecimento de energia.

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Reforma da escola

A interrupção das aulas ocorre em meio às obras de reforma e ampliação da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, que começaram em 2023.

Segundo informações repassadas anteriormente pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), os trabalhos chegaram a 63% de execução. O cronograma da obra sofreu novo atraso e a previsão atual é de que os serviços sejam concluídos em maio de 2027.

Enquanto a reforma segue em andamento, a unidade continua funcionando com as atividades escolares, mas enfrenta agora a suspensão temporária das aulas no período da tarde em razão do problema elétrico.

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CUIABÁ

Consultório na Rua ultrapassa 4,7 mil atendimentos a pessoas em situação de rua em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através da Secretaria Adjunta de Atenção Primária, mantém o Consultório na Rua, serviço voltado ao atendimento da população em situação de rua. As equipes já realizaram 4.714 atendimentos de janeiro até 23 de setembro de 2026. Os dados estão inseridos e documentados no e-SUS PEC.

Atualmente, 1.907 pessoas em situação de rua estão cadastradas no serviço. Do total de atendimentos realizados neste ano, 3.665 foram destinados a homens e 1.049 a mulheres. Embora o atendimento contemple todas as faixas etárias, a maior concentração está entre pessoas de 40 a 64 anos.

O Consultório na Rua é uma estratégia da Atenção Primária à Saúde que leva o atendimento diretamente aos territórios onde estão as pessoas em situação de rua. A proposta é facilitar o acesso ao SUS e garantir acompanhamento para uma população que, muitas vezes, enfrenta dificuldades para chegar aos serviços convencionais de saúde.

As duas equipes atuam de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e contam com enfermeiros, médicos, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, psicólogos e profissionais de saúde bucal.

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Entre os serviços ofertados estão consultas, curativos, testagens rápidas, coleta de exames para investigação de tuberculose, acompanhamento de tratamentos, distribuição de insumos de prevenção e encaminhamentos para outros serviços da rede de saúde e da assistência social.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a atuação no território permite aproximar os serviços públicos de saúde da população em situação de rua.

“O Consultório na Rua é uma estratégia importante para garantir que o atendimento chegue até as pessoas que mais precisam. A equipe vai até onde essa população está, identifica as necessidades e oferece o cuidado necessário, além de fazer os encaminhamentos para os demais serviços da rede. É uma forma de ampliar o acesso à saúde e fortalecer o atendimento do SUS”, afirmou Deisi Bocalon.

Segundo a secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Brito, o trabalho das equipes não se limita ao atendimento realizado no momento da abordagem, mas envolve também o acompanhamento e a articulação com outros serviços.

“A equipe consegue acompanhar o usuário no próprio território, identificar as demandas e construir os encaminhamentos necessários. O atendimento começa na rua, mas o cuidado pode continuar em outros pontos da rede, de acordo com a necessidade de cada pessoa”, explicou Cinara Brito.

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Além das consultas e procedimentos, os profissionais também realizam ações de prevenção, acompanhamento de doenças e orientação em saúde. Quando necessário, os usuários são encaminhados para unidades básicas, serviços especializados e demais equipamentos da rede municipal.

O trabalho também envolve articulação com a assistência social, permitindo que as equipes atuem de forma integrada diante das diferentes necessidades apresentadas pela população atendida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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