OPERAÇÃO REDE SEGURA
Dono de supermercado é preso por furto de energia de R$ 103 mil em Várzea Grande
POLÍCIA
A Polícia Civil prendeu três pessoas em flagrante nesta quarta-feira (23), durante a Operação Rede Segura, deflagrada em Várzea Grande para combater irregularidades no fornecimento de energia elétrica.
Entre os alvos está o proprietário de um supermercado no bairro Costa Verde. No estabelecimento, equipes da Polícia Civil, Energisa e Politec encontraram uma ligação clandestina conectada diretamente à rede de alta tensão, sem passar pelo medidor.
Segundo a investigação, o esquema teria provocado um prejuízo superior a R$ 103 mil. Durante a fiscalização, um funcionário do mercado tentou cortar a fiação irregular com um alicate, provocando um curto-circuito.
A equipe também identificou que a residência vizinha utilizava a mesma instalação clandestina. A moradora, de 32 anos, também acabou presa.
Foram detidos o dono do supermercado, de 41 anos, o funcionário responsável pelo corte da fiação, também de 41, e a proprietária da residência. Todos foram levados à delegacia e ficaram à disposição da Justiça.
A ação contou com equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, Energisa e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
POLÍCIA
Angéliquinha faz cinco plásticas para tentar despistar polícia
A Polícia Civil descobriu que Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angéliquinha”, passou por pelo menos cinco cirurgias plásticas no rosto durante o período em que esteve foragida.
Segundo a investigação, as mudanças na aparência faziam parte da estratégia para dificultar sua identificação. Ela também teria utilizado um documento brasileiro falso enquanto permanecia escondida na Bolívia.
Angéliquinha foi presa na noite de terça-feira (22), em Santa Cruz de la Sierra, após ficar foragida desde agosto de 2025, quando escapou do presídio Ana Maria do Couto, em Cuiabá.
Apontada como liderança do Comando Vermelho na região de Alta Floresta, ela tinha seis mandados de prisão em aberto e acumula condenações que ultrapassam 260 anos por crimes como homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa.
As investigações da Operação Showdown, deflagrada em março, apontaram ainda uma movimentação superior a R$ 20 milhões em cerca de 17 meses. Segundo a polícia, familiares e empresas teriam sido utilizados para dar aparência legal aos recursos obtidos com atividades criminosas.
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