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Prefeitura realiza ação de desobstrução no Córrego da Manga e retira toneladas de lixo para ampliar vazão da água

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Durante esses dias de serviço foram encontrados canais completamente entupidos por terra, mato, restos de móveis e diversos tipos de lixo, além de tubulações soterradas. É preciso apoio e conscientização da população

Equipes da Secretaria Municipal de Viação e Obras realizam nesta semana um intenso trabalho de limpeza e desobstrução no Córrego da Manga, na região do bairro Construmat. A ação integra o cronograma permanente de prevenção a alagamentos e tem como objetivo ampliar a vazão da água e garantir mais segurança às famílias que vivem no entorno.

Durante esses dias de serviço foram encontrados canais completamente entupidos por terra, mato, restos de móveis e diversos tipos de lixo, além de tubulações soterradas. Para a execução dos trabalhos, estão sendo utilizados uma máquina retroescavadeira, um caminhão e uma equipe de servidores, que juntos, atuam na retirada dos materiais acumulados e na reabertura do curso d’água.

Segundo o secretário municipal de Viação e Obras, Celso Pereira, a limpeza e a manutenção dos córregos têm sido uma das prioridades da gestão, especialmente nas regiões mais suscetíveis a alagamentos.

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“Estamos intensificando as ações preventivas em vários pontos da cidade, justamente para evitar transtornos no período chuvoso. A situação que encontramos aqui mostra a importância da manutenção contínua e também da conscientização da população. Cada lixo jogado de forma irregular contribui para o entupimento das galerias e prejudica toda a comunidade”, destacou o secretário.

Celso Pereira reforçou ainda que a Prefeitura está estruturada para atender às demandas emergenciais e manter o cronograma de obras preventivas em andamento.

“As equipes estão preparadas e com maquinário à disposição para atender os bairros que precisam de intervenções urgentes. Mas é fundamental que todos façam a sua parte e destinem o lixo de forma correta, evitando prejuízos maiores”, completou.

Os serviços no Córrego da Manga seguem pelos próximos dias. Já na Rua Cel. Manoel Gomes, no bairro Manga, outra equipe trabalha na construção de uma parede de contenção, com o objetivo de estabilizar o terreno e evitar desmoronamentos durante o período chuvoso.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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MP investiga ranking de “mulheres estupráveis” criado por alunos de Direito da UFMT

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O Ministério Público de Mato Grosso, por meio da promotora Claire Vogel Dutra, instaurou um procedimento administrativo nesta quarta-feira (6) para investigar uma denúncia estarrecedora: a criação de um ranking classificando alunas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) como “mais estupráveis”. A investigação foca em mensagens vazadas de grupos de aplicativos atribuídas a estudantes do curso de Direito de Cuiabá.

Nas conversas, que circulam entre o corpo discente, os autores sugerem explicitamente a elaboração da lista e comentam sobre a quantidade de mulheres em diferentes cursos, em um tom de incentivo direto à violência sexual e misoginia extrema.

A promotora determinou que a reitoria da UFMT, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Centro Acadêmico de Direito (CADI) apresentem informações e provas em até cinco dias. O caso gerou uma onda de indignação no campus, levando o CADI e o DCE a emitirem notas de repúdio classificando o conteúdo como uma manifestação explícita de “intenção de molestar estudantes”. Em resposta institucional, a UFMT confirmou o afastamento preventivo de um aluno do primeiro ano de Direito e a abertura de um processo administrativo disciplinar para apurar as responsabilidades e aplicar as punições cabíveis aos envolvidos.

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A decisão do MP-MT reforça que a conduta dos estudantes ultrapassa os limites da esfera acadêmica, podendo configurar crimes graves de incitação ao estupro e violência contra a mulher. A UFMT reiterou seu “compromisso inegociável” com a segurança e o respeito aos direitos humanos, repudiando qualquer tentativa de naturalização da violência de gênero.

Enquanto as investigações avançam, as vítimas e o movimento estudantil cobram punições exemplares e medidas de acolhimento para as mulheres citadas ou ameaçadas pelo conteúdo das mensagens.

Fonte Folhamax

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