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ESTUDANTES PROTESTAM

UFMT investiga lista de alunas que foram classificadas como “estupráveis”

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POLÍCIA

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), nesta quarta-feira (6), para investigar alunos do curso de direito de Cuiabá suspeitos de envolvimento na criação e divulgação de uma lista que classificava estudantes como “estupráveis”. O caso gerou revolta e protestos de estudantes do próprio curso na última segunda-feira (4).

Em nota, a universidade informou que o procedimento foi aberto para apurar os fatos e responsabilizar os envolvidos.“A Universidade Federal de Mato Grosso repudia veementemente qualquer manifestação, prática ou tentativa de naturalização da violência, da misoginia e de qualquer forma de violação de direitos humanos no âmbito de sua comunidade acadêmica”, diz trecho da nota.

Segundo o Centro Acadêmico da UFMT, o caso veio à tona após o vazamento de uma troca de mensagem entre os alunos citando, de forma clara, a intenção de abusar sexualmente de colegas da turma.

Ainda de acordo com a instituição, as mensagens teriam sido compartilhadas em um aplicativo de troca de mensagens e se espalharam rapidamente durante esta semana. Após a repercussão do caso, estudantes do curso espalharam cartazes pelo local cobrando medidas da Universidade.

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Alunos do curso de direito durante ato nesta segudna-feira (04) — Foto: João Lucas Rodrigues Tessaro

O Centro Acadêmico afirmou que segue acompanhando o caso e repudiou o episódio.“É inadmissível que, no âmbito de um curso de Direito – cuja formação está intrinsecamente vinculada à defesa da dignidade da pessoa humana, da igualdade e dos direitos fundamentais – ocorram episódios dessa natureza”, declarou.

Até momento o caso não foi registrado na Polícia Civil.

Manifestantes levaram cartazes repudiando o caso — Foto: João Lucas Rodrigues Tessaro
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POLÍCIA

Mulher é morta pelo marido e corpo é jogado em área de mata em Várzea Grande

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Uma mulher identificada como Elzilene Alves do Nascimento, de 49 anos, foi encontrada morta e enterrada na manhã desta quinta-feira (7), em uma área de mata no bairro Marajoara, em Várzea Grande. O marido dela, Francisco Carlos, 67 anos, foi preso e confessou o crime à polícia. Elzilene estava desaparecida desde a última terça-feira (5).

De acordo com informações, o suspeito procurou a Delegacia Especializada da Mulher durante a madrugada e admitiu ter matado a esposa a facadas. Segundo a Polícia Civil, ele também indicou o local onde havia escondido o corpo.

Equipes da Delegacia de Homicídios (DHPP) foram até a região apontada e encontraram a vítima próxima a um córrego, em uma área de difícil acesso, no meio da mata. Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para realizar os procedimentos necessários.

Em depoimento, Francisco contou que descobriu uma suposta traição da companheira no último sábado (2) e, desde então, teria planejado o assassinato. Ele relatou que convidou a esposa pra fazer uma caminhada e ao se aproximar da região de mata disse que a mataria. Elzilene foi agredida com facadas na região da barriga

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Ele foi preso por feminicídio e ocultação de cadáver. Conforme a polícia, ele possui antecedente criminal por estupro.

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