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ABUSO DE CONFIANÇA

Dentista é preso suspeito de dopar e estuprar adolescentes durante consultas

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POLÍCIA

O dentista Diego Cesar Marques, de 32 anos, foi preso preventivamente na última segunda-feira (11) em Iporá, no oeste de Goiás, sob a acusação de praticar diversos crimes sexuais contra mulheres e adolescentes. A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic). O investigado, que também atua como professor universitário, é suspeito de aproveitar seus cargos e influência social para cometer os abusos e, posteriormente, tentar manipular provas e depoimentos.

Segundo as investigações, os crimes mais recentes teriam ocorrido em fevereiro de 2026, em sua clínica particular, e em abril de 2026, na clínica da instituição de ensino superior onde lecionava — ambos contra adolescentes. O histórico do dentista já registrava dois casos de assédio sexual contra colegas de trabalho em um hospital particular em 2023, situações que haviam sido resolvidas por meio de acordos penais. No entanto, a reincidência e a gravidade das novas denúncias levaram à decretação da prisão preventiva.

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Investigação e Obstrução

A autoridade policial destacou que a prisão foi necessária não apenas pela gravidade dos atos, mas pela postura do investigado durante o inquérito.

  • Manipulação de Provas: O dentista estaria utilizando seu prestígio acadêmico e social para tentar influenciar testemunhas e alterar documentos que pudessem incriminá-lo.

  • Possível Sedação: A polícia apura se Diego fazia uso de medicamentos sedativos para facilitar a prática de estupro de vulnerável durante os atendimentos odontológicos.

  • Próximos Passos: O inquérito prossegue para identificar se há outras vítimas e consolidar os elementos que comprovem a importunação sexual e o estupro.

Até o momento, a defesa de Diego Cesar Marques não foi localizada para se manifestar sobre as acusações. O espaço permanece aberto para o posicionamento oficial de seus representantes legais, enquanto o suspeito segue à disposição do Poder Judiciário.

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POLÍCIA

Saiba quem são os alvos da PF em nova operação do Banco Master

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13/5), a Operação Off-Balance, nova ação ligada ao Banco Master que investiga possíveis irregularidades na aplicação de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar, em São Paulo.

A investigação apura suspeitas de gestão temerária envolvendo cerca de R$ 107 milhões investidos em quatro Letras Financeiras emitidas por bancos privados, entre eles o Banco Master.

A Off-Balance tem como alvo ex-dirigentes do instituto previdenciário municipal responsáveis pelas aplicações financeiras feitas no Banco Master.

Os investimentos foram assinados, à época, pelos diretores Luiz Henrique Miranda Teixeira, diretor-executivo; Milton Marques Dias, diretor administrativo e financeiro; e Marcelo Ribas de Oliveira, responsável pela área de benefícios. Todos são investigados pela PF.

Policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Cajamar, Boituva e São Paulo. A Justiça Federal também determinou medidas cautelares de afastamento de função pública e indisponibilidade de bens.

As ordens foram expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

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Segundo apurou a coluna, o atual vice-presidente estadual do PP em São Paulo e ex-prefeito de Cajamar, Danilo Joan, não é alvo da operação.

As aplicações ocorreram em três etapas, entre outubro e dezembro de 2023 e março de 2024, período em que Danilo Joan ocupava a prefeitura do município.

Na época, cabia ao prefeito indicar os dirigentes do Instituto de Previdência dos Servidores de Cajamar.

Ciro Nogueira

A operação ocorre poucos dias após nova fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como alvo o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Na investigação da Compliance Zero, a Polícia Federal afirmou que o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, supostamente pagava valores mensais ao senador. Segundo a PF, os repasses variavam entre R$ 300 mil e R$ 500 mil. Ciro Nogueira nega as acusações.

O ex-prefeito Danilo Joan é considerado aliado político de Ciro Nogueira e participou de ato de filiação ao PP com a presença do senador, em março deste ano.

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A PF investiga se houve falhas técnicas, riscos incompatíveis ou irregularidades nas aplicações realizadas com recursos da previdência municipal.

Em nota enviada anteriormente à coluna de Andreza Matais, o Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar afirmou que “todos os investimentos foram realizados com a observância de rigorosas cautelas legais e análises técnicas, em um momento em que a instituição era considerada sólida e segura pelos órgãos reguladores”.

Procurado pela reportagem, Milton Marques Dias afirmou que “já foram prestadas todas as informações solicitadas pelo portal Metrópoles” sobre os investimentos. A coluna não conseguiu contato com os demais ex-dirigentes citados na investigação.

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