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polícia investiga

Idoso é encontrado morto dentro de poço em Várzea Grande

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POLÍCIA

Um idoso identificado como José Josino de Morais, de 80 anos, foi encontrado morto dentro de um poço em uma residência na tarde dessa segunda-feira (28), no bairro Nova Várzea Grande, em Várzea Grande. Ele morava sozinho.

Segundo informações, vizinhos estranharam o desaparecimento do idoso e durante as buscas, encontraram o homem no fundo do poço por volta das 14h.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer a remoção do corpo e utilizou técnicas de salvamento em altura. Três viaturas foram mobilizadas para atender a ocorrência.

O corpo foi entregue ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e constatação da causa da morte. A Polícia Civil apura o caso para esclarecer a causa do incidente.

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POLÍCIA

PF mira esquema de R$ 1 bilhão ligado ao comércio ilegal de dendê no Pará

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A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, nesta quinta-feira (17), uma operação para desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar ilegalmente na cadeia produtiva do dendê no Pará. Batizada de Operação Termidor, a ação investiga crimes como furto, receptação, comercialização ilegal do fruto, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

Ao todo, foram expedidos nove mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão. As ordens são cumpridas em Belém, Ananindeua, Castanhal e Tomé-Açu, no Pará, além de Indaiatuba, no interior de São Paulo.

A Justiça Federal também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 153 milhões em bens e valores dos investigados. Além disso, 11 empresas tiveram as atividades econômicas suspensas por tempo indeterminado.

Disputa pelo controle do dendê

Segundo as investigações, o grupo teria se estruturado a partir de conflitos territoriais relacionados à produção de dendê, conhecidos na região como “guerra do dendê”. A área investigada envolve municípios como Concórdia do Pará, Tomé-Açu, Acará, Moju e Tailândia.

A PF aponta que integrantes do esquema utilizavam violência para controlar a retirada e comercialização do fruto. As investigações também identificaram suspeitas de participação ou colaboração de servidores públicos e integrantes de organizações criminosas.

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R$ 1 bilhão movimentado

Os grupos empresariais investigados são suspeitos de movimentar pelo menos R$ 1 bilhão entre 2023 e 2026. Conforme a apuração, valores de origem legal e ilegal eram misturados para dificultar a identificação do dinheiro obtido com as atividades criminosas.

A Receita Federal também encontrou irregularidades fiscais e indícios de lavagem de dinheiro, incluindo patrimônio registrado em nome de terceiros.

Documentos e equipamentos eletrônicos apreendidos durante a operação serão submetidos à perícia. O material deverá ser confrontado com informações bancárias e fiscais para identificar a participação de cada investigado e verificar a possível existência de outros envolvidos.

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