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AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO

Advogado que concordou com a condenação do próprio cliente é encontrado morto em SC

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BRASIL

O advogado Rodrigo Pantaleão, que concordou com a condenação do próprio cliente durante uma audiência de instrução, foi encontrado morto nesta quinta-feira (25) em Florianópolis. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte.

Segundo o delegado Alex Bonfim, da delegacia de Homicídios da Capital, o defensor foi encontrado sem vida no bairro Itacorubi. O corpo foi localizado após moradores relatarem um forte odor vindo de um imóvel. A linha de investigação não foi informada.

“As primeiras informações apontam que o advogado já estava em óbito alguns dias antes de ser encontrado em casa. O imóvel não estava com sinais de invasão e a vítima não tinha sinais de lesão”, informou.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Santa Catarina informou que “adotou todas as providências junto às autoridades policiais para o acompanhamento das investigações pela Seccional”.

Relembre o caso

O vídeo da sessão online, de 28 de maio, mostra o advogado concordando com a acusação feita pelo Ministério Público contra o próprio cliente. As imagens viralizaram na web nas últimas semanas.

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Na ocasião, a juíza Carolina Ranzolin considerou o réu indefeso.

No vídeo, Pantaleão aparece no celular durante toda a fala do promotor Raul Rogério Rabello e só volta a olhar para a câmera quando a juíza o chama para se manifestar e prestar as alegações finais do caso.

“A defesa corrobora com as afirmações exaladas pela promotoria de Justiça. Nada mais, excelência”, respondeu.

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Roberto Cidade destaca fortalecimento do empreendedorismo indígena na abertura da Feira Intercultural em Parintins durante o 59º Festival

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O governador Roberto Cidade participou, na quinta-feira (25/06), da abertura da 1ª Feira Intercultural dos Povos Indígenas em Parintins, evento promovido pelo Ministério dos Povos Indígenas. No ato de abertura, conforme a programação do 59º Festival de Parintins, ele destacou a importância do apoio federal para o fortalecimento do empreendedorismo indígena e a geração de renda para comunidades locais. Estiveram presentes o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Teresa, e a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, Lúcia Alberta Baré, além de lideranças indígenas.

Abertura e presença de autoridades

Roberto Cidade afirmou que o apoio do Governo Federal é necessário para ampliar oportunidades aos indígenas do estado e citou Parintins como local formado por várias etnias indígenas. Segundo ele, a realização da feira com mais de 100 artesãos gera emprego e renda para as comunidades. O governador destacou, de acordo com a organização, a continuidade do trabalho do Governo do Amazonas por meio da Fepiam.

Estrutura e participantes da feira

Feira Intercultural dos Povos Indígenas foi instalada em uma área de aproximadamente 700 metros quadrados e conta com 50 cabines de exposição. Conforme a organização, participam mais de 100 artesãos das etnias Sateré-Mawé, Hixkaryana, Maraguá, Borari, Kaxuyana e Wai Wai. O espaço reúne grafismos indígenas, biojoias, cerâmicas, cestarias e demonstrações de pinturas corporais tradicionais, oferecendo exposição e comercialização da produção originária.

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Programação e ações de apoio ao empreendedorismo

Além da venda de produtos, a programação prevê oficinas sobre precificação, estratégias de marketing e gestão de negócios durante os quatro dias do evento. De acordo com os organizadores, será implantado um sistema de monitoramento das vendas para medir o impacto da economia indígena no festival. Outra iniciativa presente é a Estação Raízes, criada pelo Ministério dos Povos Indígenas para apresentar a contribuição dos povos originários à formação cultural da região e do próprio Festival de Parintins.

Fepiam e feira estadual

As ações do Ministério dos Povos Indígenas se somam ao trabalho desenvolvido pelo Governo do Amazonas por meio da Fepiam, que realiza a 6ª Feira de Artesanato Indígena de Parintins durante o festival. A edição estadual reúne mais de 120 expositores indígenas de diversas etnias do Amazonas e, conforme a fundação, a expectativa é que seja a maior edição da história da feira. Em 2025, a feira estadual movimentou mais de R$ 950 mil em vendas, crescimento de aproximadamente 50% em relação a 2024, quando o volume de negócios foi de R$ 630 mil. Para 2026, a projeção é superar esses números impulsionada pelo aumento de expositores e do fluxo de visitantes.

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A informação foi divulgada pela Agência Amazonas de Notícias.

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