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URGENTE

Vazamento de gás provoca incêndio na casa de Nunes Marques

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BRASIL

Um vazamento em um botijão de gás provocou um incêndio, no fim da tarde deste domingo (30), na residência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, em Brasília.

Segundo informações divulgadas pelo TSE, o vazamento ocorreu em um botijão que abastecia um forno instalado na área externa da residência. O fogo teria se propagado com maior intensidade devido à presença de uma cobertura de acrílico no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender à ocorrência e conseguiu controlar as chamas em aproximadamente 40 minutos.Ainda de acordo com o tribunal, o incêndio ficou restrito à área externa do imóvel e não deixou feridos. Todas as pessoas que estavam na residência no momento do incidente passam bem.

Apesar da mobilização provocada pelo incêndio, não houve, conforme as informações divulgadas até o momento, registro de danos pessoais. A extensão dos danos materiais não foi detalhada.Nunes Marques é ministro do STF desde 2020 e atualmente ocupa a presidência do TSE.

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Mulher tenta provar que R$ 150 rendem no mercado; “só miúdo”

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Um vídeo publicado nas redes sociais reacendeu o debate sobre o preço dos alimentos no Brasil e dividiu opiniões entre internautas. Na gravação, uma mulher mostra uma série de produtos que afirma ter comprado por R$ 150 e usa as compras para contestar a ideia de que o consumidor brasileiro estaria sem condições de colocar comida na mesa.

Entre os itens apresentados estão uma bandeja com 30 ovos, bananas, três bandejas de mocotó, charque, fígado bovino, tomate, laranja, pimenta-de-cheiro, manga, couve, macaxeira, alho e ração para os gatos.

Ao apresentar os produtos, a mulher criticou consumidores que, segundo ela, escolhem marcas consideradas mais caras e depois utilizam o valor da compra para sustentar que os brasileiros estariam passando fome ou enfrentando uma grave crise de alimentação.

A comparação, no entanto, provocou reação imediata nas redes sociais. Parte dos internautas questionou a conclusão de que uma compra de R$ 150 seria suficiente para demonstrar que o custo da alimentação não representa um problema para as famílias brasileiras.

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Um dos comentários ironizou a quantidade de alimentos exibida no vídeo e afirmou que “uma cebola, dois tomates, uma cabeça de alho, 3 laranjas e uma cartela de ovo dá para comer o mês inteiro”.

Outro internauta criticou a comparação entre quantidade e qualidade da alimentação. “Se você está satisfeita em se alimentar com o que dá, aí já não é problema nosso”, escreveu. Na sequência, afirmou que muitas pessoas trabalham para conseguir comprar alimentos de melhor qualidade e não deveriam se contentar com “tão pouco”.

A publicação também ganhou contornos políticos. Ao comentar os preços dos alimentos, a criadora de conteúdo comparou a situação atual com o período em que Jair Bolsonaro ocupava a Presidência da República. Segundo ela, durante aquele período havia pessoas que enfrentavam dificuldades até para comprar determinados alimentos e recorriam a produtos como ossos e pele de frango.

A mulher também fez críticas ao bolsonarismo e afirmou que, na avaliação dela, o grupo político estaria mais preocupado em favorecer os Estados Unidos do que os interesses dos brasileiros.

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O episódio evidencia uma discussão que vai muito além do valor apresentado em uma única compra. O preço da alimentação varia de acordo com a região, estabelecimento, quantidade, qualidade e marcas escolhidas. Para muitas famílias, portanto, uma lista de produtos adquirida por R$ 150 não necessariamente representa o custo de uma alimentação adequada durante um mês.

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