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família faz vakinha

Cabeleireiro morador de VG morre após consumir caranguejo em Alagoas

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O cabeleireiro, Eryvelton Gomes, de 34 anos, morador de Várzea Grande, morreu nessa terça-feira (5), após sofrer uma crise alérgica durante as férias em Maceió (AL). Ery, como era conhecido, teve uma reação após comer caranguejo. A vítima estava com a família e amigos, que estão mobilizados para arrecadar valores para ajudar no translado do corpo.

Segundo informações, nas redes sociais, Lucas Gabriel, companheiro de Ery, chegou a publicar um vídeo minutos antes da tragédia. A vítima estava comendo caranguejo. Socorristas foram acionados, porém não tinham antialérgicos. Ele começou a ter uma parada respiratória e foram 40 minutos tentando reanimá-lo, sendo levado para uma unidade de saúde, mas ele não resistiu e acabou morrendo.

Uma amiga relatou que a vítima sabia que tinha alergia a camarão, tanto que não comeu. Porém, desconhecia a alergia a caranguejo. Lucas criou uma ‘vakinha’ online para conseguir trazer o corpo para Mato Grosso. Eryvelton morava no bairro Cristo Rei, onde também tinha um salão próprio.

Para ajudar com qualquer valor via Pix a chave é: (65) 99345-6064, em nome de Lucas Gabriel, esposo de Eryvelton.

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GERAL

ONU afasta funcionária que deu tapa na cara de atendente em drive-thru

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O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) afastou do trabalho Huíla Borges Klanovichs (foto em destaque), 35 anos, que foi flagrada por câmeras de segurança ao agredir uma atendente de um drive-thru do McDonald’s, na madrugada da última sexta-feira (1º/5), em Brasília. (veja nas imagens)

Veja:

Em depoimento à polícia, a funcionária do escritório vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU) disse que foi desrespeitada pela atendente após pedir que a cebola fosse retirada do seu sanduíche.

Em nota enviada ao Metrópoles, o Unodc afirmou que está ciente do incidente reportado e tomou medidas imediatas. O caso foi encaminhado ao órgão investigativo independente das Nações Unidas, o Escritório de Serviços de Supervisão Interna (OIOS), para as providências cabíveis.

O Unodc declarou estar à disposição para cooperar com as autoridades nacionais.

“Nenhuma forma de violência é tolerada e o UNODC reitera que todo o pessoal tem a obrigação de cumprir com as regras e regulamentos da ONU abstendo-se de qualquer comportamento que contrarie os valores de respeito, integridade, responsabilidade e ética que orientam o sistema das Nações Unidas”, afirmou o Escritório da ONU.

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Nas imagens (veja acima), é possível ver o momento em que Huíla discute com a atendente, reage violentamente e agride a trabalhadora com tapas no rosto. Ainda segundo o depoimento de Huíla, ela tem alergia severa a cebola, com histórico de reações graves, o que fez com que solicitasse um novo hambúrguer.

De acordo com a cliente, ao informar sobre a presença do ingrediente indesejado no sanduíche, ela teria sido mal tratada pela atendente, o que gerou a discussão. Disse ainda que a funcionária deu a opção de acionar a polícia. Apesar de as imagens mostrarem o momento da agressão, a autora não comentou sobre a reação violenta.

Já a vítima, uma funcionária de 34 anos, contou que, ao trocar o pedido, Huíla teria a humilhado e exigido que ela fizesse um pedido de desculpas, o que não foi atendidoDiante da negativa da atendente, a cliente desferiu dois tapas na trabalhadora.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada e chegou ao local por volta da 1h, para tratar de ocorrência de agressão.

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“A cliente se revoltou, porque o sanduíche veio com cebola. A atendente foi trocar o pedido e, quando voltou, a cliente exigiu um pedido de desculpas, humilhando a vítima. Quando ela disse que não devia pedir desculpas, foi agredida”, informou o delegado responsável pelo caso, Wellington Barros.

Em seguida, a vítima se afastou do balcão, enquanto outro funcionário apareceu no local e conversou com a agressora. Segundo a PCDF, a mulher foi solta após prestar esclarecimentos, e o caso agora está no Judiciário.

Em nota, o McDonald’s informou que tomou todas as providências necessárias no momento do ocorrido, acionou as autoridades e presta todo apoio à funcionária.

“A empresa repudia veementemente qualquer forma de violência e reforça seu compromisso inegociável com a promoção de um ambiente seguro e respeitoso para todos”, informou o McDonald’s.

Metrópoles tenta contato com Huíla, mas, até a última atualização da matéria, não conseguiu retorno.

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