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ROMBO BILIONÁRIO

Grupo acusa calote de R$ 600 milhões no Piauí e entra em recuperação judicial

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JURÍDICO

O Grupo HPAR, de Cuiabá, conseguiu aprovar o plano de recuperação judicial em meio a uma guerra financeira envolvendo um suposto calote milionário no projeto Piauí Conectado. A empresa afirma ter investido cerca de R$ 650 milhões em infraestrutura digital no estado nordestino e acusa o Governo do Piauí e o Banco do Brasil de provocarem o colapso financeiro do grupo.

A recuperação judicial foi aprovada pela maioria dos credores durante assembleia realizada na 1ª Vara Cível de Cuiabá. O grupo atua nos setores de telecomunicações e tecnologia e reúne empresas como Globaltask, H.Tell Telecom e SPE Piauí Conectado.

No centro da crise está a PPP que implantou mais de 7,5 mil quilômetros de fibra óptica e interligou os 224 municípios piauienses. Segundo a empresa, o contrato começou a ruir após retenções de pagamentos, abertura de processos administrativos, intervenção estatal e posterior encerramento da concessão.

O grupo também acusa o Banco do Brasil de bloquear garantias financeiras ligadas ao projeto, o que teria agravado ainda mais a crise de caixa. Um recurso que pode liberar os valores está previsto para julgamento no próximo dia 20 no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

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A disputa virou uma das maiores batalhas judiciais do setor de infraestrutura digital do país e é acompanhada de perto pelo mercado financeiro, diante dos impactos sobre contratos de parcerias público-privadas no Brasil.

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JURÍDICO

Condenado por matar e queimar filha de 5 anos é encontrado morto na prisão

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Adrian Juliano Martins Herculano foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (13) dentro do Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, no município de Carmo do Paranaíba, em Minas Gerais. O detento cumpria pena por um crime brutal cometido contra a própria filha, de apenas 5 anos.

Segundo informações preliminares, policiais penais localizaram Herculano sem sinais vitais na cela. As primeiras apurações indicam que ele teria utilizado um lençol improvisado para cometer enforcamento. As circunstâncias da morte ainda serão investigadas pelas autoridades responsáveis.

Herculano havia sido condenado a 33 anos de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e vilipêndio. A sentença foi relacionada ao assassinato da filha, ocorrido em 2023, em Monte Santo de Minas.

De acordo com o Ministério Público, o homem teria cometido o crime após se irritar porque a criança urinou no chão da residência. Após matar a menina, ele ainda incendiou o corpo da vítima numa tentativa de esconder provas do assassinato.

O caso causou forte repercussão à época pela extrema violência empregada contra a criança. Agora, a morte do condenado dentro da unidade prisional também deverá ser alvo de apuração oficial.

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