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Conflito no Oriente Médio

Guerra no Irã já custou R$ 142 bilhões, diz Pentágono

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MUNDO

A guerra dos Estados Unidos contra o Irã já custou US$ 29 bilhões – o equivalente a cerca de R$ 142 bilhões – aos cofres norte-americanos, afirmou nesta terça-feira (12) um alto funcionário do Pentágono.

Jules Hurst, que está exercendo as funções de controlador do orçamento gasto no confronto, falou a legisladores dos EUA e afirmou que esse valor inclui reparos e substituição de equipamentos atualizados, além de custos operacionais.

A soma é US$ 4 bilhões acima da declarada, há pouco menos de duas semanas, pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, durante uma sabatina no Congresso, na primeira vez que o governo dos EUA falou publicamente sobre os custos da guerra.

No dia 29 de abril, Hegseth foi questionado sobre a proposta de Orçamento de 2027 das Forças Armadas, que o governo Trump propõe elevar para US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 7,5 trilhões). Ele confirmou que o presidente pretende levar a proposta adiante e argumentou que os EUA precisam “construir um Exército que nossos adversários temam”.

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O secretário e o chefe das Forças Armadas também defenderam necessidade de mais drones, de sistemas de defesa antimísseis e de navios de guerra. E Hegseth negou que o conflito seja um “atoleiro”, diante de críticas tanto de democratas quanto de republicanos de que a guerra esteja durando mais que o previsto.

“A guerra com o Irã não é um atoleiro, e as críticas dos legisladores democratas dos EUA representam uma vitória de propaganda para o Irã”, declarou.

Congressistas acusam o governo Trump de não consultar o Legislativo antes de iniciar o conflito, que atualmente está em um período de cessar-fogo. Deputados chegaram a tentar aprovar resoluções para limitar os poderes do presidente dos EUA na guerra, mas as medidas não passaram.

EUA e Irã estão atualmente em um impasse nas negociações para finalizar a guerra.

O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou nesta segunda-feira (11) como “estúpida” e “lixo” a mais recente proposta apresentada pelo Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio e afirmou que o cessar-fogo entre os dois países, em vigor há mais de um mês, está “por um fio”.

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Nesta terça-feira, um porta-voz do Parlamento iraniano afirmou que o regime vai avaliar a possibilidade de enriquecer urânio a 90% de pureza, suficiente para construir uma ogiva nuclear, caso os Estados Unidos retomem os ataques na guerra.

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MUNDO

Homem acusado de tentar assassinar Trump se declara inocente

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O homem acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um evento de gala para jornalistas na Casa Branca no mês passado, declarou-se inocente nesta segunda-feira (11).

Cole Allen, de 31 anos, não se pronunciou no tribunal, onde se apresentou com o macacão laranja da prisão e algemado na cintura, mas seu advogado de defesa negou todas as acusações contra ele. Entre elas:

tentativa de assassinato do presidente
agressão a um agente federal
crimes relacionados a armas de fogo

Os promotores que lideram a acusação contra o suspeito afirmam que Allen disparou uma espingarda contra um agente do Serviço Secreto dos EUA e invadiu um posto de segurança em um ataque frustrado contra Trump e outros membros de sua administração.

A audiência desta segunda foi a primeira perante o juiz que irá presidir o caso, Trevor McFadden. Há uma semana, outro magistrado pediu desculpas a Allen pelo tratamento que ele recebeu em uma prisão local de Washington D.C.

 Imagens mostram suspeito tentando invadir jantar
No dia 30 de abril, a Justiça dos Estados Unidos divulgou novas imagens que mostram como um atirador tentou invadir o jantar em Washington. Veja no vídeo acima.

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O incidente aconteceu no dia 25, durante um jantar do presidente com jornalistas que cobrem a Casa Branca. O atirador, Cole Allen, de 31 anos, foi contido e preso. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido.

As imagens foram divulgadas pela procuradora-geral do Distrito de Colúmbia, Jeanine Pirro, e mostram o momento em que Allen atira contra um agente durante a ação. Antes, ele aparece correndo por um detector de metais.

Autoridades americanas afirmam que o agente foi atingido à queima-roupa enquanto o suspeito corria por um ponto de controle de segurança. O agente revidou com cinco disparos.

O suspeito não foi atingido pelos tiros e acabou caindo após ferir o joelho. Ele foi imobilizado por outros agentes perto da escadaria que leva ao salão onde ocorria o jantar. De acordo com promotores, Allen tentou invadir o evento com a intenção de assassinar Trump.

O caso gerou dúvidas sobre como o agente do Serviço Secreto foi baleado, incluindo a possibilidade de um tiro feito por outro agente. O governo dos EUA nega essa hipótese.

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Questionado nesta quinta-feira sobre o disparo, Trump disse: “Disseram que não foi fogo amigo. Não fomos nós”.

O presidente também sugeriu que não vai usar colete a provas de balas em eventos públicos. “Não sei se conseguiria lidar com a ideia de parecer 10 quilos mais pesado”, disse.

Allen é acusado de tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime de violência e transporte ilegal de armas e munições através de fronteiras estaduais.

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