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SUPOSTO CONFRONTO

PM diz que monitor do Liceu Cuiabano apontou arma para enteada e para policiais antes de ser morto

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POLÍCIA

A Polícia Militar afirmou que Valdivino Almeida Fidelis, conhecido como “Paizão” e monitor da Escola Estadual Liceu Cuiabano, apontou uma arma de fogo para a cabeça da enteada e também em direção aos policiais antes de morrer em confronto na noite desta segunda-feira (11), em Cuiabá.

Segundo informações do site Olhar Direto, os militares foram acionados após denúncias de que uma mulher estaria sendo mantida em situação de ameaça dentro de uma residência.

Conforme a PM, ao chegarem ao local, os policiais relatam que teriam ouvido pedidos de socorro vindos do interior do imóvel. Ao acessarem o quintal da casa, os agentes afirmaram ter visto Valdivino apontando a arma para a cabeça da enteada enquanto fazia ameaças de morte.

Ainda de acordo com a corporação, o homem condicionava a libertação da vítima à retomada de um relacionamento amoroso com outra pessoa, por telefone.

A polícia informou que tentou negociar a liberação da mulher, mas Valdivino teria resistido à abordagem.

Segundo a PM, durante a tentativa de intervenção, ele tentou fechar a porta da residência e apontou a arma em direção aos policiais, momento em que os agentes efetuaram os disparos.

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Valdivino foi baleado e morreu ainda no local. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e confirmou o óbito.

Familiares, no entanto, contestam a versão apresentada pela polícia. Segundo parentes, ele estava armado, mas não oferecia risco à enteada nem aos policiais.

A família afirma ainda que Valdivino enfrentava um quadro de depressão após o fim de um relacionamento amoroso.

Em um vídeo gravado pela enteada, o monitor aparece andando pela casa com a arma nas mãos enquanto conversa por videochamada com uma mulher.

Nas imagens, ele afirma que não queria mais viver e diz que “aquilo precisava ter um fim”.

O caso segue sob investigação.

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POLÍCIA

Cira desarticula grupo investigado por sonegação de R$ 4,4 mi no setor de grãos

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O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação Joio, para cumprimento de 11 ordens judiciais contra pessoas físicas e jurídicas investigadas pela prática de crimes contra a ordem tributária, com prejuízo ao erário estadual estimado em mais de R$ 4,4 milhões.

Na operação, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e sete mandados de quebra de sigilo telemático, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra, com base em investigações conduzidas pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).

As medidas judiciais incluem apreensão de aparelhos eletrônicos, documentos fiscais, contábeis e societários, além da quebra de sigilo telemático. As ordens judiciais são cumpridas no município de Tangará da Serra, com apoio de equipes da Delegacia Regional local.

As condutas investigadas configuram, em tese, os crimes previstos no artigo 1º da Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária), além de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de capitais.

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Fraude fiscal

As investigações apontam que uma empresa do ramo de comércio de cereais teria simulado operações de exportação para usufruir indevidamente da imunidade tributária e suprimir o recolhimento de ICMS devido ao Estado de Mato Grosso.

Segundo apurado, eram emitidos documentos fiscais ideologicamente falsos, com indicação de destinatários fictícios no exterior, sem a efetiva saída das mercadorias do território nacional. O débito tributário, já constituído pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) e inscrito em dívida ativa pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), alcança R$ 4.470.635,67.

O delegado titular da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), José Ricardo Garcia Bruno, destacou a atuação integrada das instituições no combate às fraudes tributárias estruturadas.

“A operação demonstra o comprometimento das instituições no enfrentamento qualificado aos crimes tributários e na recuperação de ativos desviados do Estado”, afirmou.

O promotor de Justiça da 14ª Promotoria Criminal de Cuiabá, Washington Eduardo Borrére, também ressaltou a importância da atuação conjunta no âmbito do Cira-MT.

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“Os crimes tributários afetam diretamente a arrecadação do Estado e comprometem a implementação de políticas públicas essenciais. A atuação integrada do Cira-MT é fundamental para assegurar a responsabilização dos envolvidos e a recuperação dos recursos desviados”, destacou.

O Cira-MT é composto pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Polícia Civil e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). As instituições atuam de forma coordenada e permanente no combate à sonegação fiscal em Mato Grosso.

 

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