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queda de 2,1%

Intenção de consumo entre os cuiabanos recua no início de ano

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ECONOMIA

A pesquisa que mede a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu 114,1 pontos em janeiro, registrando o segundo recuo consecutivo do levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT). Apesar da queda de 2,1% sobre mês anterior, o índice atual segue 3,7% maior no comparativo anual, quando somava 110 pontos.

Todos os componentes demonstram queda mensal, com destaque para o Nível de Consumo Atual, que caiu 6,2%, e o Acesso ao Crédito (Compra a Prazo), com recuo de 5,9%. Apesar do recuo no mês, o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destacou a permanência do índice acima da zona de satisfação.

“Em todo início de ano, observamos essa queda pontual na pesquisa. Mesmo assim, os componentes mostram valores positivos, indicando um grau de satisfação por parte do consumidor. A mesma situação pode ser observada na média nacional, que, inclusive, apresentou uma leve melhora na variação mensal”, disse Wenceslau Júnior.

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O ICF nacional de janeiro apresentou crescimento de 0,2% no mês, chegando aos 104,9 pontos, impulsionado, principalmente, pelo consumo de bens duráveis, que teve o segundo aumento consecutivo. No entanto, a média atual está 0,9% menor no comparativo com janeiro de 2024.

Com relação ao acesso ao crédito, o presidente da Federação explicou que o aumento dos juros pode impactar no consumo das famílias, uma vez que essa modalidade de compra contribui para o aquecimento do comércio. “Para impulsionar as compras de maior valor agregado, os comerciantes devem buscar alternativas para minimizar o impacto da alta dos juros, oferecendo mais incentivos, como prazos e descontos”.

Mesmo com o recuo mensal no componente que avalia a situação da renda atual das famílias, 56,6% dos respondentes avaliaram que melhorou em um ano e 24,2% consideraram como igual. Apenas 19% dos respondentes avaliaram como pior a situação atual da renda em comparação com o mesmo período do ano passado.

Assim como na capital, a situação atual do emprego também registrou recuo na média nacional. Ambos os componentes da pesquisa ainda mostram índices elevados, o que demonstra que os consumidores estão confiantes no mercado de trabalho. Para os próximos meses, a avaliação é que a Perspectiva Profissional seja positiva para a maioria dos respondentes.

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ECONOMIA

IR 2026: como deduzir gastos com educação, saúde e previdência privada

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Na declaração do Imposto de Renda, dois campos merecem atenção: são os de gastos com educação e o de gastos com saúde. Lançar todos os comprovantes pode reduzir consideravelmente o valor do imposto a pagar, mas as regras são bem diferentes para essas despesas.

Educação
Na educação, por exemplo, o benefício vale para você, seus dependentes e também para alimentandos, no caso de quem paga pensão judicial. No entanto, não é qualquer curso que entra na lista.

Quais despesas têm dedução:

Educação infantil
Ensino fundamental e médio
Educação superior (graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado)
Educação profissional (cursos técnicos e tecnólogos)

O que não tem dedução:

Cursos extracurriculares (idiomas, música, dança, esporte, cursinho preparatório)
Material escola
Aulas de reforço

O contribuinte precisa também respeitar o teto anual, que é de R$ 3.561,50 por pessoa.

Saúde
Diferentemente da educação, os gastos com saúde não possuem limite de dedução.

 Veja quais profissionais e serviços entram nessa categoria:

Despesas médicas ou de hospital
Gastos com consultas e tratamentos particulares com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais
Despesas com exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos, próteses ortopédicas e dentárias.
Pagamentos de plano de saúde ou com administradora de benefícios (que cobrem despesas ou assegurem o direito ao atendimento)

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No entanto, gastos com farmácia, acompanhantes em hospitais ou procedimentos estéticos não dão direito ao desconto.

Para não ter problemas com a fiscalização e evitar a malha fina guarde todos os recibos e notas fiscais por, pelo menos, 5 anos e certifique-se de que o CPF ou CNPJ de quem prestou o serviço está correto.

Previdência privada
A Previdência é uma das ferramentas para quem busca diminuir a base de cálculo do imposto. Mas é preciso atenção ao tipo de plano, PGBL ou VGBL.

“A principal diferença entre o PGBL e o VGBL está no tratamento tributário. O PGBL permite deduzir as contribuições do IR, mas, na hora do resgate, o imposto incide sobre o valor total de tudo o que foi depositado: contribuições mais os rendimentos. Já o VGBL não oferece dedução fiscal das contribuições, mas, no resgate, o imposto incide apenas sobre os rendimentos, preservando o capital investido”, explica o professor de Ciências Contábeis da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Linhares.

PGBL

Se o objetivo é o abatimento imediato, o PGBL é o caminho, permitindo deduzir até 12% dos seus rendimentos.

“O PGBL vale a pena para quem faz a declaração no modelo completo e tem uma renda tributável alta”, aponta o professor da Universidade Positivo, Marco Aurélio Pitta.

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Veja como declarar o PGBL:

Informe os valores na ficha “Pagamentos Efetuados”
Selecione o pagamento como Previdência Complementar (inclusive FAPI)

VGBL

Já o VGBL é mais indicado para quem usa o modelo simplificado ou quer apenas acumular patrimônio, alerta Pitta.

Veja como declarar o VGBL:

Declare os valores na ficha “Patrimônio”, como “Outros Bens e Direitos”
Informe o saldo acumulado em 31 de dezembro do ano anterior e o atual

Além de investir, você pode direcionar parte do imposto devido para fundos que apoiam crianças, adolescentes ou idosos.

Se você não fez doações ao longo de 2025, ainda pode doar diretamente na declaração de 2026. Porém, nem todo tipo de repasse é considerado uma dedução legal.

“As doações feitas por mera liberalidade a partidos políticos e candidatos, entidades filantrópicas e de educação, aos parentes, dízimos pagos às igrejas e cestas básicas doadas a qualquer pessoa não são passíveis de dedução por falta de previsão legal”, alerta professor Deypson Carvalho.

O limite para essas doações varia de 6% a 7% do imposto devido, e o próprio sistema da Receita Federal realiza o cálculo automaticamente. Os pagamentos das guias de doação devem ser quitados até antes de terminar o prazo de entrega da declaração do IR.

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