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CASO OLGA

Pai vira réu por feminicídio após morte de filha de 12 anos em Várzea Grande

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POLÍCIA

A Justiça tornou réu Claudinei Silva, de 42 anos, acusado de matar a própria filha, Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Ele responderá por feminicídio, com agravantes relacionadas a motivo fútil, meio cruel e uso de recurso que teria dificultado a defesa da vítima.

Claudinei está preso preventivamente desde 7 de junho, data em que a menina morreu. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público e posteriormente recebida pela Justiça. O processo tramita em segredo de Justiça.

Olga foi encontrada morta na residência do pai, no bairro Serra Dourada, após passar a primeira noite no local. A informação foi confirmada pela advogada que representa a família, Dayanne Rodrigues.

VERSÕES SOBRE O CRIME

Durante as investigações, Claudinei teria relatado à polícia que encontrou supostas mensagens entre a filha e um garoto e que isso teria desencadeado as agressões.

A versão, porém, é contestada pela mãe da menina. Segundo a família, Olga não possuía celular e também não utilizava redes sociais.

Ainda conforme a defesa da família, a mãe de Olga havia se separado de Claudinei após episódios de violência doméstica. Mesmo assim, a menina mantinha o desejo de conviver com o pai, motivo pelo qual eram permitidas algumas visitas.

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Até então, entretanto, Olga não costumava permanecer durante a noite na residência do pai.

A defesa de Claudinei ainda não foi localizada para comentar a decisão judicial.

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POLÍCIA

Agiota de 22 anos que ameaçava vítimas é presa após fugir do Distrito Federal; veja

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Maria Luiza da Silva Araújo Lopes, de 22 anos, foi presa no domingo (13), em Lagoa da Confusão, no Tocantins, após ser apontada como integrante de uma organização criminosa envolvida com agiotagem, extorsão, lavagem de dinheiro e ameaças no Distrito Federal.

Ela era a última investigada que permanecia foragida entre os 12 alvos de mandados de prisão preventiva cumpridos na Operação Iustitia Victis, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal em parceria com forças de segurança de Goiás e Tocantins.

Segundo as investigações, Maria Luiza atuava na captação de clientes para o grupo e participava das cobranças contra comerciantes e feirantes que contraíam os empréstimos. A organização cobrava juros superiores a 20% ao mês e teria movimentado mais de R$ 10 milhões em apenas oito meses.

Para dificultar o rastreamento do dinheiro, os valores eram movimentados por contas bancárias vinculadas a empresas e familiares dos investigados.

Ameaças e violência

A investigada também é apontada como uma das responsáveis pelas ameaças feitas contra devedores e familiares. A polícia encontrou registros de mensagens e áudios com intimidações consideradas graves.

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Em um dos casos investigados, Maria Luiza teria ameaçado familiares de um comerciante que acumulou dívidas após recorrer ao grupo.

Mesmo depois da prisão de outros integrantes da organização, a jovem teria procurado uma das vítimas acompanhada de um homem armado. Segundo a investigação, o objetivo seria obter cópias de depoimentos prestados à polícia e intimidar testemunhas.

A prisão foi realizada pela 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Tocantins.

Com a captura de Maria Luiza, os 12 mandados de prisão preventiva expedidos durante a operação foram cumpridos. Ela permanece à disposição da Justiça do Distrito Federal.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis ramificações do esquema.

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